É DEPOIS DE AMANHÃ!
Sim, faltam 2 dias para o primeiro aniversário de nosso blog e também o lançamento do nosso quarto episódio completo! Espero que todos se divirtam!
Primeiramente: Salomão Ventura, o Caçador de Lendas. Tive o
primeiro contato com este trabalho do autor Giorgio Galli ainda no site da Oi
há bastante tempo, quando aquela empresa tinha um projeto bem legal para a
divulgação de quadrinhos. Infelizmente a ideia morreu, mas o Giorgio, como bom
brasileiro e que não desiste nunca, usou as quatro páginas que havia colocado
para o concurso local como propaganda de seu personagem levando os leitores ao
mundo sombrio do Caçador de Lendas Salomão Ventura. O Salomão é uma figura
sombria, misteriosa e que usa de magia para interagir com as criaturas mágicas
de nosso folclore, ele me lembra até um pouco, dada as devidas proporções ao John
Constantine (Hellblazer). No blog com o link do Giorgio é possível ver que o
projeto continua a pleno vapor e que a próxima edição com 80 páginas e trazendo
a Cuca já está em andamento. Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho
impresso do autor é só clicar >>>AQUI!<<<
Em 2010, ainda definindo o nome como Amanda ou Ártemis, surgiu esta nova versão da personagem. Coube a minha esposa/editora definir o nome final como Ártemis e exigir mudanças no visual da personagem já que estava "piriguete" demais. Fiz alguns outros estudos até surgir a Ártemis que usava esta roupa verde ao lado. Ela era mais baixa, mais infantil e menina. Gostei do estilo dela, mas a roupa ainda estava pouco comportada.
Poderes paranormais sempre fizeram parte da mitologia de
diversos povos. Telepatia, teletransporte, mediunidade, telecinesia, radiestesia, zahorí e muitos outros dons que fariam qualquer mutante da Marvel feliz da vida. Não
só da Marvel e DC, mas também dos mangás japoneses.
Quando eu era criança e ouvia casos ao pé do fogo, escutava
histórias das noites do interior de Minas, região do Serro, Alvorada e Conceição do Mato Dentro, casos de lobisomem, o cão fantasma
da encruzilhada, a cobra voadora e outras. Uma história sobre o cão fantasma
(que mais tarde se assemelhou muito a história do cão das doze que li) me intrigou muito na época. Minha tia me contou que meu tio avô que faleceu há anos retornou bêbado da cidade para o campo quando encontrou um grande cachorro branco de olhos vermelhos uma porteira.