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sexta-feira, 25 de maio de 2018

LER e Recordar - Salão Carioca do Livro

Fotos e Fatos da Gibizeira no Salão Carioca do Livro


Espaço Zanzoo na Gibizeira no Salão Carioca do Livro, que ocorreu entre os dias 17 a 20 de maio.


O local foi a Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio de Janeiro. Nosso grupo de campanha da Zanzoo esteve lá: Tebhata, a ranger, aquela que mostra o o que faz. Cecil, o clérigo, o que transmite intelectualidade na postura. E Alexandre, o arqueiro, aquele que vê ao longe.


No evento aconteceram vários debates, este com o tema de quadrinhos infantis com: Rose Araújo (Amigos da Liz), Mig (Thrash), Tebhata (Marry Melody) e Felipe Campos (Arthur e Seus Medos).


Neste debate sobre quadrinhos e outras mídias, Tebhata mediou um bate papo com: Rapha Pinheiro (O Salto), Thiago Elcerdo (Beleléu), Pacha Urbano (As Traumáticas Aventuras do Filho de Freud) e Leonardo Finocchi (Hell No).


Debate das meninas, com: Cora Ottoni (Zeladores do Tempo), Thais Linhares (Periquitas), Camila Padilha (Aliens of Camila), Tebhata (Marry & Melody) e Roberta Araujo (Mulheres nos Quadrinhos).


Nosso abraço aos companheiros que estiveram na mesma mesa que a gente, dividindo o mesmo espaço, mesma luta e mesmas aspirações. Segue os links para conhecer o Bombeiro Mascarado, o Specie Verde, Jou Ventania e os títulos diversos do companheiro Eberton Ferreira.

Não podemos deixar de agradecer aos organizadores, a galera do Capa Comics, o Carpalhau, a Luciana, o Hamilton e todos os demais colaboradores. Também deixamos nosso abraço aos companheiros que é sempre bom rever, O Valu Vasconcelos, o Estevão Ribeiro, Lipe Diaz e Andreia Fernandes.


E, para finalizar, só podia ser com o companheiro Emerson Lopes, criador do personagem Alfredo, o Vampiro. No momento ele está trabalhando, aos poucos para o lançamento do segundo volume de tirinhas. Agradeço a ele pelo desenho do Cobra Honorato que fez durante o evento.


Ele pode ter certeza que o nosso exorcista aprovou!



quarta-feira, 11 de abril de 2018

É Oficial! Estamos no Social Comics


Tupanaoca agora disponível na maior banca digital do Brasil


Universo Valiant, Transformers, Estranhos no Paraíso, Disney, Turma da Mônica. Quando você entra no Social Comics, todas estas histórias que você encontra ou um dia encontrou em bancas estão lá. Mas não é só de nomes da grande massa é possível ver nesta grande banca de quadrinhos virtual, é possível ver editoras fortes, mas mais focadas em vendas em livrarias. Exemplos como as editoras JBC, Marsupial, Draco e Zarabatana Books.

Quando a equipe da Social Comics abriu espaço para as produções independentes, creio eu, ela não abriu espaço apenas para monetizar sua obra (Até porque ninguém vai ficar rico e pagar todas as suas contas com um simples trabalho postado na plataforma.) ela permitiu que, ao leitor percorrer os corredores de busca ele encontre ali o trabalho de um artista nacional e muitas vezes desconhecido.

Vejo o Social Comics como o melhor laboratório para quem quer produzir quadrinhos. As dificuldades que você vai encontrar para encontrar o seu leitor, acredite, não serão diferentes de colocar o seu quadrinho em uma grande livraria. Mas é importante que sua obra esteja lá, porque livrarias, sejam virtuais ou físicas, são o espaço criado para quem procura ler.

Quem é sócio do clube Social Comics é alguém que busca a experiência da leitura. Mesmo se ele for só fã do Zé Carioca, por exemplo, em algum momento ele vai experimentar uma leitura diferente. E essa leitura estará lá, basta apenas um clique.

Estou feliz por poder fazer parte desta experiência. Agora é esperar que aqueles que encontrem Tupanaoca também fiquem satisfeitos.

Aliás, esta é a novidade aqui. Como forma de apoiar a produção mais profissional dos quadrinhos as novas histórias de Tupanaoca serão publicadas por lá. Mas não se preocupe, as histórias gratuitas que foram publicadas anteriormente continuarão à disposição de quem quiser conhecer um pouco dos personagens.

Fica aqui o convite, sejam bem-vindos à página de Tupanaoca na plataforma Social Comics!

>>LINK DO VOLUME 01 AQUI<<

>>LINK DE NOSSA PÁGINA PRINCIPAL AQUI<<

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Exorcistas-Mor: Quem são, Como Vivem, Como Pagam suas Contas?


Hoje em Tupanaoca, a dura vida de nossos heróis que não ganham por trabalho ruim como nossos políticos e nem recebem doações de Igrejas



É isso mesmo que você leu no título, você vive uma vida dura, luta como um leão, morre como um herói virtuoso, aceita a missão de Deus de retornar à terra para preservar a vida e salvar as almas das pessoas, vai lutar, vai morrer outra vez e não receberá financeiramente nada por isso.

Não é à toa que para se tornar um Exorcista-Mor o indivíduo precise ser verdadeiramente virtuoso. Seria mais fácil viver às custas da herança do pai como o Batman, o Arqueiro Verde, o Homem de Ferro ou o Professor Xavier, ou ser um príncipe de uma nação como o Aquaman, o Pantera Negra e o Namor, mas estamos no Brasil, nossos heróis estão mais para Homem-Aranha do que para o primeiro grupo.

Minto, nossos exorcistas também não estão no grupo do Homem-Aranha (Lamento para quem achou que fosse assim). Não podemos esquecer que estamos tratando de heróis lendários que viveram adquiriram experiência de vida e caminham pela terra a mais de uma centena de anos. Experiência vale muita coisa e eles sabem como tirar proveito dela.

Vejamos nosso Exorcista-Mor Cobra Honorato. Sua profissão é a de ourives. Ele é um joalheiro que só é conhecido pelas iniciais C.H. E ele é um artesão misterioso e seu trabalho vale muito dinheiro. As peças que produz são vendidos pela Fundação Tupanaoca por uma média de preços que varia de R$ 5.000,00 à R$ 150.000,00 e pessoas compram. A média de vendas é de duas à três peças por mês o que faz com que seus lucros, descontado os impostos, não fique nunca menor que R$ 14.000,00 em meses fracos. Não é um dinheiro ruim. Atualmente as vendas estão até melhores devido fato de Sariel ser apaixonada por tecnologia e as negociações puderem agora ser feitas pela internet com potenciais compradores de todo o mundo, no ano passado a melhor venda foi de R$ 230.000,00.

Cobra Honorato só faz peças por encomenda, cada peça é única e feita de forma exclusiva para o comprador. O valor de sua arte é alto não só pela qualidade do que faz, mas também pelo material. Como é ele mesmo quem garimpa nos rios do Brasil as pedras preciosas, os seus diamantes, rubis, safiras e esmeraldas são muito mais belos que os da concorrência. A Fundação sempre recebe visitas de empresários em busca do artesão da marca C.H para firmar parcerias, mas a resposta é sempre a mesma: “C.H é um artista que só trabalha com pequenas quantidades de encomendas, ele escolhe seus clientes e não abre mão disso.”

Mas o que Cobra Honorato faz com o dinheiro? Na verdade, tudo que os exorcistas recebem fica com a Fundação Tupanaoca. Cobra Honorato é apenas mais um dos cooperados junto com os outros exorcistas e o que ele ganha é somado com todos os outros. Nossos Exorcistas Maiores recebem um cartão da empresa onde podem sacar e pagar as contas da forma que acharem necessário sem a necessidade de precisar ficar se identificando. Nenhum Exorcista-Mor faz questão de saber se um ou outro primo (que é como a forma como os exorcistas se tratam) está fazendo mais dinheiro, este não é o verdadeiro trabalho deles. Os exorcistas raramente se encontram, mas são uma família. O que é recebido por um é dividido por todos e eles são felizes tralhando desta forma.