domingo, 7 de outubro de 2018

Inktober - Desenhos dos dias 1 a 7

PRIMEIRO LOTE!

Dia 1 - GARRA CINZENTA


O Garra Cinzenta é um vilão brasileiro na cidade de Nova York que é perito em ciências. Ele faz experiências com seres humanos e seus inimigos são os inspetores de polícia Higgins e Miller. As histórias deste personagem foram publicados entre 1937 e 1939 no suplemento do jornal "A Gazeta" com roteiros de Francisco Armond e arte de Renato Silva. A série totalizou 100 páginas e teve forte influência dos pulps da época.

Dia 2 - LISANDRA (HOLY AVENGER)


Holy Avenger foi uma série de quadrinhos que durou 42 edições criada por Marcelo Cassaro, Rogério Saladino e J. M. Trevisan. As ilustrações ficaram por conta de Érica Awano. Holy Avenger foi bicampeã do troféu HQ MIX na categoria "revista seriada". Lisandra é uma das quatro personagens principais da trama e a responsável pelo início da saga. Ela parte de uma ilha em busca de vinte rubis da virtude que poderiam ajudar a reviver o Paladino de Arton, herói daquele mundo.

Dia 3 - PIRATAS DO TIETÊ


Piratas do Tietê é o nome de uma série de quadrinhos criada pela cartunista brasileira Laerte e conta a saga de um grupo de piratas saqueadores, sendo o personagem principal o capitão da tripulação. Eles navegam pelo rio Tietê, buscando vítimas para saquear ou simplesmente torturar por mera diversão.

Dia 4 - TURMA DA MÔNICA


Turma da Mônica é uma série de histórias em quadrinhos criada pelo cartunista e empresário brasileiro Mauricio de Sousa. A série foi originada em 1959 em uma série de tirinhas de jornal, na qual os personagens principais eram Bidu e Franjinha. A partir dos anos 1960, a série começou a ganhar a identidade atual com a criação de Mônica e Cebolinha, entre 1960 e 1963, que passaram a ser os protagonistas. Já o Horácio é um filhote de T-Rex que surgiu nas tirinhas do Piteco publicadas no Diário de São Paulo. Ele é o único personagem cujas histórias são apenas escritas pelo próprio Mauricio. Segundo ele mesmo, muitas das típicas divagações de Horácio são fruto de experiências pessoais do próprio Mauricio de Sousa.

Dia 5 - MEGASÔNICOS


Megasônicos é uma criação de Valu Vasconcelos que mistura Quadrinhos e Animações e conta a história de Dito Ferrine e seu amigo Ark que encontram um artefato que os levam ao encontro de DROIDS que querem salvar o planeta de um perigoso vilão, chamado Victor Lara. Este vilão é o responsável pelo roubo da aniga tecnologia do Megasônicos no passado e, no presente, teme a lenda de que guerreiros de coração puro surgirão e trarão sua derrota.


Dia 6 - SILAS, UMA DESVENTURA STEAMPUNK


Silas é um personagem de Rapha Pinheiro de uma HQ chamada "Silas - Uma Desventura Steampunk" que foi financiado através do Catarse. Na história, Silas é um habitante de uma cidade subterrânea onde todos os seres viventes são feitos de fogo e tem medo da chuva. Silas é uma história de jornada e busca pela verdade e é um projeto ligado diretamente à HQ "O Salto" também do autor.


Dia 7 - O ABISMO



Ma Matiazi, quadrinista independente de Curitiba é a autora desta Web-HQ desde agosto de 2016. O Abismo conta a história de uma dupla de amigos de infância, Nina e Sher, que se reencontraram depois de muitos anos. Entretanto, algo está diferente no mundo depois de tanto tempo: seres estão escapando do inferno e rondando a cidade de Talude nesta história de suspense e aventura.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Inktober - O Mês dos Desenhos

O DESAFIO DE DESENHO EM TINTA COMEÇA!

Em 2009, o artista Jake Parker criou um desafio simples: fazer um desenho finalizado à tinta por dia durante um mês inteiro. Nasceu então o Inktober, uma grande reunião de desenhistas do mundo inteiro que, durante este mês, desenham e postam suas ilustrações na rede. E para participar é muito fácil, bastando usar a hastag #inktober e #inktober2018.

Este ano, Hamilton Kabuna, um grande incentivador dos quadrinhos nacionais propôs uma lista só com personagens nacionais. Para prestigiar a galera, estamos junto nessa brincadeira:


Até o fim de Outubro estaremos postando durante os fins de semana todas as ilustrações que estarão fazendo parte do jogo. Amanhã apresentaremos o primeiro bloco com o Garra Cinzenta, Lisandra, Piratas do Tietê, Turma da Mônica e Megasônicos.

Para quem não quiser esperar até o próximo sábado é só acompanhar as postagens diárias do meu Instagram clicando >>> AQUI <<<<

No mais, quem quiser participar da brincadeira, o projeto é livre. Só não vale ficar parado!

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Excelsior Eterno!

Após o Choque, é Hora de Falar Sobre João Carpalhau

Vinte e sete de julho foi um dia estranho. Logo de manhã minha esposa deu a notícia do falecimento do nosso amigo e Lutador das Artes Sequenciais da Baixada Fluminense, João Carpalhau. Um ataque cardíaco fulminante ceifou sua vida na noite anterior. Custou a cair a ficha. Não acreditei na hora. Já perdi familiares e amigos antes, mas a gente sabia da notícia que estava doente ou no hospital. As únicas mortes repentinas que me lembro foram as de minha Avó e do meu amigo Sérgio. Quando minha avó faleceu eu tinha uns nove anos, já o Sergio estava em outra cidade e fazia tempos que não tinha notícias dele. Mas o Carpalhau... Cara, no dia anterior havia postagem dele na rede!

Conheci o Carpalhau em uma visita que ele fez à Escola Lipe Diaz, conheci um pouco do trabalho dele e ganhei uma revista do Detrito, personagem que criou. Carpalhau adorava quadrinhos de Herói, Detrito é uma versão bem brasileira do Monstro do Pântano. Para uns ele era um comunista, para mim ele foi um cara que via o quadrinho com a mesma saudade que tenho, como um entretenimento de massa, que podia ser vendido barato em bancas de revistas.

O Capa Comics é um grupo de resistência às artes cada vez mais caras e mais distantes de uma forma de lazer e entretenimento simples como era antigamente. Me lembro quando era criança, na época da inflação alta de juntar dinheiro para comprar as revistas que eram de meu interesse nas bancas. (Dois Barões - Dois Mil Cruzeiros). Saia da escola e religiosamente visitava cada banca que encontrava só querendo confirmar a data que o lote de revistas chegaria. Era uma época diferente de hoje, as crianças andavam a pé ou de bicicleta pelo bairro sem preocupações...

Deixo aqui meu abraço a Lu, esposa do Carpalhau e, porque não dizer, a delegada do grupo. Aos demais membros do grupo, o Hamilton em especial, que é com quem eu mais tenho contato. E desejo ao Capa Comics força, neste momento. Vejo o Capa como uma banda que perdeu o vocalista... A morte é sempre uma situação inconveniente! Só posso olhar para cima e dizer: "Pô, Carpalhau! Que hora tu inventou de subir, heim?"

Excelsior!

terça-feira, 5 de junho de 2018

FIQ 2018 – Êita Evento Bão!


De 30 de Maio à 03 de Junho, o FIQ Mostra a Força e a Saudade da Galera do Evento "Mais Melhor" do Brasil

(Pammela, Fred, Estevão, Valu, Tebh e Anderson)

É curioso como certas coisas acontecem, o evento foi adiado por problemas da Organização do Evento juntamente com problemas financeiros do poder público sendo excluído do calendário da Cidade de BH no ano passado. Mas este ano, o FIQ estava lá! Firme, forte, no coração das Minas Gerais. Está na hora dos caciques portadores do dinheiro começarem a ver este evento como ele realmente é: Uma referência líquida e certa como evento cultural da Nona Arte para todo o Brasil. Todos os dias houve boa movimentação do público, boa repercussão, boa interatividade.

(Chairim, Cora e Tebh)

(Tebh e Hiro)

(Digo e Tebh)

(Tebh, Mayara e Paula)

O FIQ é popular, é descomplicado, é gostoso para todos se entreterem. Conversar, caminhar e até beber com figuras conhecidas do quadrinho nacional, não tem preço! Algumas coisas na estrutura melhoraram, os corredores de acesso ficaram mais espaçosos e, mesmo com muita gente, as pessoas conseguiram caminhar melhor. As palestras foram muito boas, assim como as oficinas (Participei de duas delas e gostei pra caramba). Claro que existem coisas que precisam melhorar, pois o preço das mesas para os quadrinistas independentes foi salgado, R$ 600,00. Faltaram bebedouros. O FIQ também merecia, para algumas palestras de um auditório maior. O pedido de um diálogo maior por parte dos artistas independentes com as autoridades da área da cultura aconteceu com bom humor, novamente com o FIQ Fora no sábado e no domingo (vamos tratar disso em outro post). E o principal, em alguns momentos ficou claro que a Serraria chegou no seu limite de capacidade de público em diversos momentos.

(Alexandre, Tebh, Fred, Waine)

Estas críticas, aliás, para mim é coisa boa e não ruim. Foi sinal que o FIQ cresceu muito, as pessoas abraçaram o evento. Se pudesse dar uma sugestão para os organizadores seria: façam uma avaliação do evento hoje! Está na hora de pensar maior, 2020 está logo ali e está comprovado que o FIQ não só é, talvez, o mais antigo evento de quadrinhos que ocorre de forma regular no Brasil, como também é o mais querido!

Belo Horizonte, é sempre bom demais! Abraço a todos os amigos e a família em Minas Gerais!